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Plácido de Castro recebe Caravana do TEA Mentes Azuis pelo Acre

  • Foto do escritor: ASCOM
    ASCOM
  • 24 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

Nesta sexta-feira 24 de outubro, o município de Plácido de Castro foi o palco da Caravana do TEA Mentes Azuis pelo Acre, com o objetivo de garantir uma educação inclusiva e de qualidade, valorizando o papel de cada educador nesse processo transformador, além de compartilhar com as mães atípicas, características do comportamento das crianças atípicas.

O evento contou com a participação do Vice-prefeito Luiz Azimoto, diretores de escolas, coordenadores de ensino, professores, mediadores, mães atípicas e demais convidados.

A vice-presidente do instituto Educatea e membro da comissão técnica de analistas do Selo ABA Taciana Rocha, afirma que a equipe foi escolhida pelo Projeto Mentes Azuis para levar aos municípios do Acre essa temática da inclusão, compreensão e educação das crianças atípicas, capacitando educadores e cuidadores para que as famílias tenham cada vez mais certeza de que a condição de cada criança não pode significar exclusão da vida em sociedade ou na rede de ensino. A palestra ficou por conta do analista do comportamento ABA André Bezerra, com todo seu conhecimento manteve a plateia atenta a cada explanação.

Segundo Moisés Diniz presidente da FAPAC, o projeto Mentes Azuis surgiu da ideia de pegar a ciência e a tecnologia e não deixar apenas nas universidades e nos centros de pesquisas, levar para a população, principalmente as mais vulneráveis, então, crou-se o projeto mentes Azuis, para trabalhar com mães atípicas de baixa renda, onde elas pesquisam o mundo autista daquele município, "estamos fazendo esse trabalho de vir aos 22 municípios do Acre e depois sai o resultado de pesquisa que será registrado na UFAC, no Centro de ética e pesquisa e agora estamos na segunda fase que é a caravana em TEA, que agente inclui não só as mães atípicas, mas também os profissionais de educação especial, professores e mediadores para serem treinados por especialistas em comportamento ligado criança atípica, a terceira fase que é a garantia de alguns kits por município para que essa mãe atípica que vive de bolsa família ou de um BPC , para que a mesma possa ter um negócio dentro de casa, ja que ela abandonou o emprego e o estudo pra cuidar do filho para que ela possa ganhar um recurso a mais, melhorar sua renda e continuar cuidando do filho, essa é a essência do projeto mentes Azuis", afirmou Moisés.


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