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Cúpula da Segurança Pública se reúne com Prefeito Camilo da Silva para discutir implantação de barreira permanente de Polícia na fronteira de Plácido de Castro

Foto do escritor: ASCOM
ASCOM
14 de jan.
2 min de leitura

Em um movimento estratégico para fortalecer a segurança e proteger a população de Plácido de Castro, a cúpula da Segurança Pública do Acre reuniu-se, na manhã desta quarta-feira, 14, com o prefeito Camilo da Silva para discutir a implantação de uma barreira policial permanente na fronteira do município. A proposta surge como resposta direta aos desafios enfrentados na região fronteiriça, considerada um ponto sensível para o combate a crimes transfronteiriços.

O encontro reuniu representantes das forças de segurança do Estado, dentre eles, o Coronel Atahualpa Ribera, uma figura proeminente da Polícia Militar do Acre (PMAC), bem como, Elyssa Fernanda - Assessora Operacional, além dos Engenheiros Civis Vanessa Eluan e Lucas Assis. Na pauta, o alinhamento de ações integradas para intensificar a fiscalização, coibir o tráfico de drogas, o contrabando e outros ilícitos que impactam diretamente a tranquilidade da população local.

Durante a reunião, o prefeito Camilo da Silva destacou a importância da parceria entre Município e Estado para garantir mais segurança. “Plácido de Castro ocupa uma posição estratégica na fronteira e precisa de ações permanentes. A implantação dessa barreira policial representa um avanço histórico na proteção da nossa população e no enfrentamento ao crime organizado”, afirmou.

A proposta prevê a instalação de um ponto fixo de fiscalização, funcionando com efetivo policial, uso de tecnologia de monitoramento e integração com outros órgãos de segurança. A medida também deverá fortalecer a sensação de segurança para moradores, comerciantes e produtores rurais que transitam diariamente pela região.

O Coronel Atahualpa ressaltou que a barreira será fundamental para ampliar o controle na fronteira, melhorar a resposta rápida das forças policiais e garantir mais eficiência nas operações. “A presença constante do Estado inibe a criminalidade e fortalece a soberania na região”, pontuou.

Ao final do encontro, ficou encaminhada a elaboração de um plano técnico-operacional, que definirá dentro de 60 dias, estrutura e efetivo necessários para início das obras. A expectativa é de que, com o avanço das tratativas, Plácido de Castro dê um passo decisivo rumo a uma fronteira mais segura, vigiada e protegida, reafirmando o compromisso do poder público com a segurança e o bem-estar da população placidiana.


 
 
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